Analisa a recente decisão do TCU envolvendo a atuação da ANTAQ sobre contratos de exploração transitória no Porto de Santos.
A partir do Acórdão n° 1.068/2026, o texto reflete sobre os limites do controle externo em matéria regulatória e os desafios na construção de critérios decisórios de autocontenção pelo TCU.
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Isadora Carvalho
